Autores:

Patrícia Pampulim            ON 2009, 8; maio 2009; On-line publication: maio 2009

A ”morte programada” é uma realidade nos serviços de emergência, como são os de cuidados intensivos. A Bélgica, em 2002, foi o primeiro país europeu, e o segundo do mundo, a despenalizar a eutanásia. Talvez por este motivo, as famílias, embora sofrendo, tomem rapidamente uma decisão relativamente a questões de suspensão de tratamentos/terapêuticas.

A população belga parece estar assim mais desperta para estas problemáticas e confronto de decisões. Em todo este processo o enfermeiro tem um papel preponderante na avaliação da evolução do estado de saúde do doente, na comunicação com os restantes membros da equipa e no apoio à família. Tratar-se-á sempre de situações difíceis de decidir, tanto para a equipa como para a família do doente, e por isso, estas situações requerem uma reflexão ética/moral constante, tendo sempre como primado o respeito e a dignidade do ser humano.

 

Palavras-chave: morte; eutanásia; enfermeiro; Unidade de cuidados intensivos

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