Autores:

Cândida Assunção Santos Pinto; Cristina Freitas Carvalho Sousa Pinto; Olga Maria de Araújo Cunha Rocha; Carla Maria Cerqueira; Inês Maria da Cruz Sousa
ON 2017, 19 ; fevereiro 2012; On-line publication: fevereiro 2012

Apesar dos avanços nas ciências médicas nas últimas décadas do século XX terem permitido um maior sucesso no tratamento de doenças oncológicas, o cancro continua no século XXI a ser um dos maiores medos da humanidade. Persistem mitos e preconceitos em relação ao cancro, que se revertem em atitudes negativas, que, por sua vez, no caso dos profissionais de saúde, podem condicionar a qualidade de cuidados. Os processos formativos e as estratégias pedagógicas utilizadas podem ser uma forma efetiva de alterar preconceitos e assegurar que as atitudes negativas não comprometem a natureza e a qualidade de cuidados.

O objetivo deste trabalho foi estudar as representações sociais sobre o cancro em estudantes de enfermagem. A sua análise permite-nos inferir que maioritariamente os estudantes não expressam uma perspetiva fatalista/pessimista do cancro, e ainda expressam a opinião de que a doença oncológica não se confina à biologia do corpo, pelo que os cuidados devem sustentar-se numa base relacional, apresentando níveis de concordância elevados com a relevância do suporte social.

Palavras-chave: cancro; representação social; estudantes de enfermagem.

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